Ode ac/dcdiana

Já se passavam das 10:oo. Sol escaldantemente tropical torrando seus poros. Mesmo assim permanecia lá. AS gotículas de gelado suor que percorriam seu corpo e manchavam sua t-shirt amarela predizia sua imensa inquietude. Inquieto sempre fora, fato. Mais diante dele, mesmo que em pensamento, mesmo que só a sua espera, esse corrosivo sentimento se quadruplicava.
Se conheceram ao acaso. Naquele barzinho de gente a procura de gente trocaram os primeiros olhares, as primeiras palavras. E não fora BOM o bastante para conquistá-la. Nada conspirava a favor deles naquele dia. E assim se despediram e mantiveram cotanto. Fraco contao por sinal. Ele sempre frio, distante, grosseiro e solitário.Ela desesperadamente carente e péssima por não sentir nada a mais por ele. E marcaram de se encontrar, por mais desinteressante que fossem um para o outro. E aí, surpresa! Ele era realmente formidável sem poluição auditiva e sem aquelas desinteressantemente arrumadas camisas pólo. Ela se tornara realmente agradável sem todo aquele voraz desespero adolescente. E daí descobriram afinidades, riram juntos, contaram um pouco do muito que já haviam vivído e... só. Não que tenha sido pouco mas... se apaixonara por suas várias tatoos, sua coleção de cd's de rock, seus cabelos lisos e isso não era o bastante. Não para estar ali as 10:30 da manhã ligando desesperadamente para o celular de sua nova conquista. E enquanto tudo isso se passava por sua milimetricamente cachada cabecinha o telfone chamava. E chamava. E chamava . Seu coração vibrava frenéticamente sob a t-shirt cruelmente úmida. O negro denim de suas calças tremia ao sabor de sua angústia. E quando tudo isso parecia levá-la a loucura ouviu-se uma rouca e sonolenta-porém-sexy voz. Voz que a supreendia mais uma voz com toda quela adorável empolgação por ouvi-lá. AS coisas inicialmaente podiam não ter dado certo. Mais agora...

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